Fonte: Blog Bruno Voloch
domingo, setembro 05, 2010
Zé Roberto repudia 'apadrinhamento' e pede paciência e carinho com as levantadoras
Fonte: Blog Bruno Voloch
sexta-feira, setembro 11, 2009
Estevam e José Roberto Guimarães selam amizade e desejo de sucesso
Após trabalho lado a lado em Saquarema, técnicos de Botafogo e seleção brasileira feminina de vôlei trocam experiências e revelam admiração mútua.
Fonte: Gustavo Rotstein Saquarema, RJ
“Botafogo, Botafogo campeão...”, cantou José Roberto Guimarães ao receber de Estevam Soares uma camisa do Alvinegro. Mas nem precisava disso, para ficar claro que o técnico duas vezes campeão olímpico e a seleção brasileira feminina de vôlei agora também torcem pelo clube. Depois de quatro dias de convivência no centro de treinamento de Saquarema, a proximidade entre as duas delegações transformou-se numa rica troca de experiências e de amizades.
A convite do GLOBOESPORTE.COM, Estevam Soares e José Roberto Guimarães se reuniram para um bate-papo, no qual falaram, com exclusividade, sobre suas impressões em relação ao esporte, à vida nas competições e aos altos e baixos. O técnico do Botafogo, que neste domingo tem a missão de comandar a reação da equipe no Campeonato Brasileiro, no clássico contra o Fluminense, destacou o espírito vencedor que ronda aquela que foi a concentração alvinegra nesta semana. Espírito vencedor este que o treinador do vôlei ajudou a construir e agora busca transmitir aos novos colegas.
Com fortes raízes em Barueri, de onde Estevam Soares saiu para treinar o Botafogo, o são-paulino José Roberto Guimarães passou uma mensagem de otimismo (assista ao vídeo ao lado), depois de destacar a importância do intercâmbio que uniu diferentes realidades que têm em comum o sucesso como principal objetivo.
Como foi a convivência no mesmo local de grupos e esportes distintos?
ESTEVAM SOARES – Muito saudável. É uma felicidade para o Botafogo estar aqui neste paraíso do vôlei. A estrutura e a organização do centro de treinamento mostram por que este esporte é destaque no mundo. Tem sido bacana acompanhar os treinamentos e observar outro tipo de trabalho.
JOSÉ ROBERTO GUIMARÃES – Para nós também é importante essa comunicação. Apesar de serem esportes diferentes, nós trabalhamos com seres humanos. A integração entre futebol e vôlei é muito saudável, pois podemos trocar experiências e tirar coisas boas. Conversamos sobre passado, momento atual e futuro de Botafogo e seleção brasileira. Não pudemos assistir aos treinos deles, mas eles acompanharam nossas atividades. Também fizemos musculação juntos.
Após bate-papo, Estevam presenteia José Roberto com uma camisa do Botafogo?
ESTEVAM – Notamos a simplicidade de um esporte tão vencedor. A diferença é que o jogador de futebol é muito mimado. No vôlei também existe a carência, mas a responsabilidade é diferente. O futebol é mais paternalista, e as meninas aqui tomam conta do seu material, levam os uniformes na rouparia, enquanto existe sempre alguém para fazer isso para os atletas do futebol. A Fabi me disse ter ficado impressionada com o nosso staff. Às vezes o vôlei fica seis meses concentrado. Essa entrega serve de exemplo.
JOSÉ ROBERTO – É legal isso de um querer saber do outro: como cada um vive, qual é a realidade, os comportamentos... O intercâmbio favorece muita coisa.
Estevam, o que mais lhe chamou atenção nestes dias de refúgio no centro de treinamento do vôlei?
Estou acostumando a fazer pré-temporada em quase todos os centros de treinamento de São Paulo, mas este local é mágico. Além da estrutura, existe uma aura de vencedor. Aqui há frases e fotos que mostram isso.
JOSÉ ROBERTO – Por onde você anda tem algo que faz lembrar alguma vitória...
ESTEVAM – Isso é importante, porque você vê campeões em todos os lugares. Talvez seja o que o Botafogo esteja precisando. Pelo momento que vivemos, é bom o grupo olhar e se mirar em vitórias.
Das experiências trocadas, observaram algo que pode ser aplicado nas suas atividades?
JOSÉ ROBERTO – Vi a integração dos preparadores físicos do vôlei e do futebol, conversando sobre o que pode ser aplicado. Inclusive, tivemos num treino nosso o empréstimo de um preparador do Botafogo que foi jogador de vôlei (Marlos Almeida). O Estevam e eu falamos de relacionamentos, de pessoas, do emocional e do comportamento. Os outros profissionais falaram mais de trabalho e do que pode ser usado em cada esporte.
ESTEVAM – Numa conversa, a Fabi me perguntou se eu participava tanto dos treinos quanto o Zé Roberto. Eu disse a ela que não dá, pois não temos muito tempo para isso. Sou participativo, mas vi o Zé dentro da quadra, e, por estar com poucas atletas, até levantando bolas. No futebol não existe essa participação direta.
Depois do exemplo, vai arriscar mais chutes no campo?
Isso eu deixo para o meu auxiliar (Gérson Sodré). Meu joelho não ajuda...
Qual é a relação de Estevam Soares com o vôlei e de José Roberto Guimarães com o futebol?
ESTEVAM – Meu primo Hernani foi jogador de vôlei. Zé, sabia que eu fui campeão infantil de vôlei dos jogos colegiais de São Paulo em 1970, por Cafelândia, minha cidade? Era só defesa de manchete!
JOSÉ ROBERTO – Para mim, inicialmente vôlei não existia. Era só futebol. Na primeira vez que entrei numa quadra, o professor logo me tirou e disse: “Sai, porque seu negócio é futebol. Você passa tudo de segunda!” Assim começou minha história no vôlei. Venho de uma família de jogadores de futebol. Meu primo jogou na Ferroviária, e meu irmão jogou no Corinthians até os juniores. Futebol é uma religião para mim. Gosto de ir ao estádio e conheço os jogadores.
ESTEVAM – O vôlei é apaixonante. Impressiona a forma como cresceu, passou o basquete e hoje é o esporte número dois dos brasileiros.
JOSÉ ROBERTO – Para nós é o contrário, o futebol é nossa paixão. A gente gosta muito do que faz, mas todos nós temos um time.
Após essa convivência, dá para dizer que a seleção brasileira é também Botafogo?
JOSÉ ROBERTO – A gente que vive no esporte torce muito por pessoas. As meninas disseram que o Estevam é muito interessado. Rapidamente ele fez amizade com elas, e não tenho dúvidas de que torcerão por ele a partir de agora, apesar de terem seus clubes de coração.
ESTEVAM – O esporte é isso, você torce pelos amigos. O Zé Roberto é são-paulino, mas creio que vai torcer pelo Botafogo no domingo. E eu torcerei ainda mais pelo Brasil depois dessa nossa convivência.
No comando das seleções brasileiras masculinas e femininas, José Roberto Guimarães viveu bom e mau momento. Baseado nessas experiências, o que você diria a Estevam Soares nesta fase difícil que o Botafogo vive?
“Notamos a simplicidade de um esporte tão vencedor. A diferença é que o jogador de futebol é muito mimado"
JOSÉ ROBERTO – Vejo na adversidade uma grande oportunidade. O momento é importante, e existe a chance de mudar toda a história. Ela precisa ser aproveitada agora. O time do Botafogo é bom, e o pessoal é tranqüilo para se trabalhar, mas tem sofrido gols durante alguns apagões. Já vi isso acontecer com meus times de vôlei no masculino e no feminino. Dependem de eles mudarem tudo isso com muita concentração.
ESTEVAM – Zé lembro que você passou por um momento difícil numa Olimpíada...
JOSÉ ROBERTO – Foi a semifinal dos Jogos de 2004. Vencíamos a Rússia por 2 sets a 1, com 24 a 19 no quarto set. Aquele foi um marco nas nossas vidas. A partir de então, refizemos tudo. Os jogadores do Botafogo precisam entender a importância de estarem concentrados aqui e que muita coisa ainda pode mudar, pois faltam 15 rodadas para o fim do Brasileiro.
ESTEVAM – É o que tenho falado para eles. O grupo tem qualidade e está respondendo ao trabalho. Tenho batido na idéia de que vamos dar risadas desses momentos difíceis. Não é fácil trabalhar com sete jogos sem vitórias. Depois daquela Olimpíada, o vôlei ficou quatro anos esperando uma nova oportunidade. É preciso acreditar.
Estevam, este é um assunto a ser abordado diariamente com os jogadores?
Tenho falado com eles sempre, a cada treinamento. É homeopático. São jovens... Aliás, fiquei impressionado ao ver a Natália treinar aqui outro dia. Ela está caminhando para ser a melhor do mundo, Zé...
JOSÉ ROBERTO – Falo que ela tem talento e só depende dela. A gente pode indicar o caminho e trabalhar, mas o que existe dentro dela é o que fará com que seja melhor ou pior.
ESTEVAM – É preciso conversar sempre. Achei que fosse mais ao futebol, mas o Zé disse que no vôlei também existe o deslumbre. Aí chega o momento de a gente acalmar, porque são seres humanos.
Vocês se aproximaram nos últimos dias e mostrou torcida mútua, mas José Roberto acompanhava Estevam Soares a algum tempo, desde quando o técnico do Botafogo ainda era jogador do São Paulo, em 1977...
JOSÉ ROBERTO – Recentemente eu torci por ele quando fui ver um jogo entre Barueri e Palmeiras, mas ainda não havia tido a possibilidade de sentar e conversar com o Estevam, como agora.
ESTEVAM – Quando ficou acertado que o Botafogo vinha para Saquarema, esperei o momento de conhecer o Zé pessoalmente. É uma troca importante.
JOSÉ ROBERTO – É importante aproveitar o momento e assimilar o que os outros têm a dar. O Estevam tem paciência e é um cara inteligente acima da média. Foi muito legal ver como é sereno e tranqüilo na maneira de pensar. Se o Botafogo conseguir assimilar essa dedicação, tem tudo para dar certo. Fiquei bravo quando você saiu do Barueri (risos)!
ESTEVAM – Uma vez, um técnico amigo meu disse que precisamos estar próximos das pessoas do bem, e o Zé Roberto é esse cara. O semblante dele passa essa coisa boa.
terça-feira, setembro 08, 2009
José Roberto Guimarães se preocupa com futuro de Natália, fala da situação de Dani Lins e afirma que futuro da seleção masculina é bem mais tranqüilo.
Essa semana a seleção feminina vai brigar por mais um título na temporada 2009. O Brasil jogará o Final Four contra Peru, Estados Unidos e República Dominicana. A seleção será dirigida pelo assistente técnico Paulo Cocco, já que Zé Roberto ficará em Saquarema treinando as “intocáveis” para o sul-americano no fim do mês. Nessa entrevista ao blog, Zé Roberto fala do desempenho da levantadora Dani Lins no Grand Prix, das futuras experiências que vai fazer, afirma que Natália é hoje titular da seleção brasileira, explica em que condição Paula Pequeno retorna ao grupo e comenta sobre a ausência de Jaqueline. Além disso, diz que o caminho da seleção feminina não será assim tão fácil e que a seleção masculina sim, tem “caminho livre” pela frente.
Blog: Como foi o desempenho da Dani Lins?
Zé Roberto: Ela sabia da responsabilidade que teria de substituir a Fofão e não é fácil. A Dani Lins me surpreendeu em alguns aspectos. Mostrou muita atitude, é uma levantadora de ótimos gestos e sempre disposta a aprender. Simples e com uma humildade incrível.
Você diria que ela está pronta?
Lógico que não. Ela tem muita ainda para evoluir, mas se mostra disposta a isso.Ela por exemplo precisa parar de se preocupar em “arrumar” de mais a bola de casa atacante.As vezes não dá para levantar na pinta e as jogadoras de ataque precisam se virar.A Dani tem a preocupação de ficar se desculpando o tempo inteiro e não é assim. Ela ainda vai aprender a distribuir melhor as bolas e não “respeitar“ demais certas atacantes.
Hoje a Dani é titular da seleção?
Sim de momento, mas definitivo não. Mas ela está no caminho certo. E olha que nosso passe foi ruim durante o Grand Prix e a Dani sofreu para arrumar essa situação.
E o que dizer então da Ana Tiemi?
A Ana fez o que deveria ser feito. Ela é muito inteligente, acima da média.Tem uma bola de primeiro tempo muito boa, velocidade de mão que me impressionante, além de bloquear com muita eficiência e defender bem.
Porque você convocou então a Fabíola e não a Fernandinha?
É o processo natural e avisei que faria isso. A Fabíola terá a chance dela agora no final four. Tem habilidade e precisa aproveitar a oportunidade. Sobre a Fernandinha, acho que ela precisa confiar mais nas pessoas.
Como assim confiar nas pessoas ?
É simples. Essa história de que a levantadora vai fazer o que tiver na cabeça não é bem assim. Ela disse ( entrevista concedida ao blog ) que não gosta dos treinadores ao lado dela o tempo inteiro passando o que ela deve fazer. Concordo em parte. Mas se o técnico está do lado de fora observa melhor e é obrigado a ajudar a levantadora ou qualquer jogadora sim. as isso ela disse porque passou uma situação ruim com alguns profissionais e talvez tenha criado um trauma. Mas as portas estão ainda abertas, desde que ela entenda como vai funcionar.
A Sheilla disse ao blog que a Natália pode ser uma das melhores do mundo em breve. Você concorda?
Pode sim. A Natália tem muito talento, uma perna rápida demais e uma velocidade de reação fora do comum, poucas vezes vista no vôlei feminino. Ela tem os movimentos perfeitos, mas precisa aprimorar o passe e a defesa. Fora isso é muito forte fisicamente e tem um ótimo posicionamento de bloqueio.
O que falta ainda na Natália?
O vôlei brasileiro é carente de ponta passadora e se ela treinar muito passe será peça fundamental. Treinando a recepção e se continuar se dedicando a esse fundamento sem esquecer os demais, vai sem dúvida ser uma das melhores jogadoras do mundo em pouco tempo.
No clube ela joga de oposta e na seleção de ponta. Isso pode atrapalhar?
Sim e como. Preocupa demais. Se pudesse escolher, pediria para a Natália só jogar de ponta. Isso seria o ideal, mas o clube precisa dela na saída de rede, ou seja, é complicado. A Mari sofreu com isso e para a cabeça da jogadora isso não é bom mesmo. Complica. O que não pode é ela chegar em Osasco e parar de treinar passe só porque ela vai jogar de oposta. Aí ela se complica.
E o que você espera da Paula?
A Paula se mostrou interessada, me ligava para saber da programação. Ela está voltando de contusão, terá uma temporada dura na Rússia e precisa ser analisada.
A Paula hoje seria titular da seleção?
Não. Hoje a Natália seria a titular numa ponta e a Mari na outra.
Entre as 12 ela estaria então?
Só o tempo vai dizer, mas ela tem serviços prestados, porém preciso ver como ela vai voltar e com que espírito. Mas não posso esquecer a Sassá e sua importância dentro do grupo. Ela dá um equilíbrio muito grande no passe, saca bem e é uma alternativa de ataque diferenciada pela sua habilidade.
E a Jaqueline? Ela ficou de fora...
A Jaqueline é outro caso, outro assunto. Ela pediu para ficar de fora por causa de compromissos pessoais. Liberei sem problemas. Tem talento, mas vai precisar correr atrás e esse ano provavelmente não volta mais.
Os especialistas dizem que o Brasil ganhou o Grand Prix com tranqüilidade. O que você acha?
Não é bem assim. Ganhamos no sufoco, mas com méritos. Foi um Grand Prix muito desgastante em todos os aspectos, especialmente no físico. Mas não estamos tão assim na frente das outras seleções como vocês dizem.
Quais as seleções que podem jogar de igual para igual com o Brasil?
A Rússia vai incomodar muito, pode escrever. A Gamova está jogando bem novamente, e existem duas jogadoras muito fortes tecnicamente. A Kosheleva e a Makarova. Vai sempre ser um adversário duríssimo. Ganhamos delas como poderíamos ter perdido. A Itália se passar nesse europeu vai estar na Copa do Mundo e certamente também vai dar muito trabalho. Rinieri, Picci, Aguero, Ortolani, enfim o time está muito forte, mais do que na Olimpíada de Pequim. Espere para ver. Isso sem falar na Holanda, Sérvia e a China.
E Cuba sumiu. Você sabe de alguma coisa?
Acho que o Fidel deu alguma ordem ou determinação para elas sumirem e a mídia não divulgar nada sobre a seleção. Fico preocupado. Quando elas voltam aparecem com novidades e surpresas desagradáveis. É bom ficar de olho.
A Fabi foi criticada nesse Grand Prix. O que aconteceu com ela?
Ela de fato poderia ter jogado melhor, mas esteve no nivel. A Fabi teve um problema no tornozelo sério e isso atrapalhou a vida dela no Grand Prix. Fora isso sem a Sassá e o esquema de jogo atual da seleção com a Mari e a Natália, ela fica muito sobrecarregada no passe. Precisa assumir de fato o fundo de quadra. Mas é uma menina de personalidade e que tem a confiança do grupo no momento.
E porque você não usou a Camila?
A Camila é muito jovem ainda e poderia queimar a jogadora. Mas tem futuro, sem dúvida. Precisa ser usada na hora certa, só isso.
Nossas centrais, Thaisa e Fabiana são as melhores do mundo hoje em dia?
Não gosto de as melhores do mundo. Acho que a Thaisa e a Fabiana estão entre as 5 melhores na atualidade.
Podemos ter novidades em breve na seleção?
Gostaria muito de poder ver a Ivna da seleção juvenil em ação, mas ela está se recuperando de uma operação no joelho. Essa Natália, meio do São Caetano é muito interessante. Vai dar trabalho. A Adenízia quando foi preciso entrou bem e deu conta do recado. Temos a Lia que é canhota, joga na saída de rede, bloqueia e saca um viagem muito bom. Vamos observar essas e outras meninas nesse final four.
E o que você pode falar sobre a masculina como amante do vôlei ?
É uma geração muito forte. Vejo em destaque o Vissoto, Lucas, Bruno e o Thiago Alves. Algumas seleções mudaram muito como os Estados Unidos. A Sérvia está com o time envelhecido e a Bulgária é sempre uma pedra no sapato do Brasil. Falam muito da Rússia, mas com o levantador atual não ganha do Brasil e campeonato nenhum. O Brasil não tem adversários de nível e caminho livre para renovar e ganhar.
O que você quer dizer com isso?
Que o caminho do masculino sem dúvida é bem mais fácil que o nosso. É só ver as dificuldades do Brasil na Liga Mundial e a nossa no Grand Prix. Os dois ganharam, mas nós tivemos muito mais dificuldades do que eles.
Por Bruno Voloch às 09h00
terça-feira, setembro 01, 2009
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