Técnico admite não estar pronto para deixar a quadra ou treinar só um time, diz que queria encarar um ironman e escala Ricardinho na equipe da década.
Fonte: Danielle Rocha Rio de Janeiro
Os últimos dez anos passaram com a mesma velocidade de sua fala. Bernardinho ganhou duas filhas, viu o primogênito se tornar o levantador número 1 da seleção brasileira, os tendões de Aquiles se romper, a coroa no alto de cabeça se abrir e a equipe se renovar. O que não mudou foi a pressa, a vontade de estar sempre na frente. Tanta, que conta o tempo por temporadas e não por anos. Quando olha para trás e lembra-se daquele 04 de maio de 2001, o técnico admite que não poderia imaginar uma caminhada tão longa e vitoriosa.